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Blog de marmonza
 


Assedio moral 2

     O assédio moral caracteriza-se por uma ato contínuo, repetitivo e constante, ininterruptpo ou não.

     O assédio moral, segundo a própria definição em lei pode ser de cima para baixo que é o mais comum, mas pode ser lateral ou de baixo para cima.

     Tive nos últimos 5 anos a oportunidade de sofrer dois tipos de assédio moral, primeiro de baixo para cima.

     Sendo gerente de uma unidade, tinha como subordinados dois gerentes de turno, um de planejamento e outro de atendimento a clientes.

     Este gerente de atendimento a clientes, desde que assumi o posto de Gerente Geral, invariavelmente refutou ou resistiu a cada ordem direta que lhe passei.

     No começo pensei que fosse problema meu por não ser claro o bastente, ou talvez não expressar corretamente o que eu desejava, assumi a responsabilidade pela possível falha na comunicação.

     Para testar e confirmar se me expressava mal, observei os outros gerentes e com os três as coisas iam bem, não havia resistência em cumprirem o que lhes era solicitado, alguns ajustes vez por outra, mas de modo geral as coisas caminhavam.

     Decidi então modificar meu modo de agir. Ao invés de dizer o que desejava que o referido subordinado fizesse, comecei a fazer o que eu queria que ele fizesse e mostrar-lhe como eu queria que fosse feito.

     Um dia ou outro este gerente mandava uma auxiliar sua fazer o trabalho que eu queria que fosse feito, mas ele mesmo não fazia.

     Ele dizia que o papel de gerente era apenas o de comandar.

     Isso me incomodava demais e sempre que encontrava alguma falha que ele deveria detectar na execução da tarefa que eu queria que fizesse eu o comunicava. A resposta do mesmo era sempre:"Mas ninhguém me disse nada, como eu poderia resolver?"

     Lembrava-o de que ninguém deveria mesmo alertá-lo, que era sua obrigação detectar tais falhas através da verificação diária que eu repetidamente rcomendava que ele fizesse.

     Como sempre ele retrucava e dizia ser responsabilidade de um dos outros gerente a comunicação do problema e não dele de verificar.

     A única forma que encontrei para fazer com que o mesmo cumprisse sua obrigação foi incluir esta atividade em sua avaliação de desmpenho.

     Claro que ele questionou e reclamou muito, mas para não ser injusto ou parecer se tratar de perseguição, procurei entrelaçar as obrigações deste gerente com as dos outros três, de modo que se um deles não informasse o outro ou se um deles não se empenhasse na solução dos seus próprios problemas e também apontasse as falhas dos outros, todos seriam  proprocional e solidariamente penalizados.

     Os outros gerentes gostaram da proposta. Foram necessários alguns ajustes feitos em conjunto, mas ao fim havia uma avaliação de desempenho solidária, o que os outros gerentes gostaram pois a não atuação do gerente refratário prejudicava o desempenho de todos e anteriormente ele não era adequadamente avaliado pela sua falta de comprometimento.

     Soube pelos outros gerentes e algumas pessoas da unidade, que este gerente refratário não era bem quisto pela equipe, e quando houve a possibilidade dele assumir a unidade, vários se prepararam para questionar a indicação dele caso tivesse acontecido.

     Pois bem, o fato é que por quase cinco anos em que dirigi a unidade, este gerente dificultou minha vida e me fazia gastar boa parte o meu tempo com cobranças que seriam desnecessárias se ele cumprisse suas tarefas.

     Por diversas vezes reuni-me com ele em separado e expus minha insatisfação com a sua performance. Ele, sempre com ar de espanto alegava que não sabia ou que não era informado pelos colegas, ou então que eu era ansioso demais e que eu não tinha habilidade nehuma com as palavras ou no trato com as pessoas.

     Como sei que não sou Deus e errava mais que os outros pela posição que ocupava, sempre me reunia com os outros e perguntava-lhes sobre a percepção deles sobre minha postura e minha maneira de trabalhar, buscando algum sinal de que meu subordinado refratário tivesse alguma razão, para então corrigir meu modo de ser e de agir.

     Todavia, jamais nehum dos outros empregados, subordinados diretos ou indiretos deu qualquer sinal de que o refratário estivesse certo ou tivesse alguma razão, por menor que fosse.

     Lembo-me bem de que certa vez este gerente rebelde me disse que uma doença que acometeu um dos outros gerentes tinha fundo nervoso e que houvera sido provocada por mim.

     Creio que podem imaginar como me senti e o que passou pela minha cabeça.

     Mais uma vez, na dúvida de haver ou não cometido algum erro ou injustiça, procurei conversar individualmente com outras pessoas sobre o assunto e todas elas riram quando eu perguntei se havia sido eu o causador da enfermidade do outro gerente. Todos, todos disseram ser o maoir absurdo sequer pensar nesta possibilidade.

     Depois de ter conversado com esses diversos outros empregados, falei diretamente com o gerente em quem eu teria provocado a doença e este tanto o u mais do que os outros riu da hipótese e comentou que isto era uma forma de minar minha confiança e abalar meu moral. Recomendou que eu não me preocupasse e esquecesse este assunto pois era o absurdo dos absurdos.

     Pela insistente alegação do gerente refratário de que eu era muito rígido e mal comunicador, frequentemente fazia questões a todos o membros da equipe sobre minha postura e procurava ficar atento aos meus modos e palavras para não ser ou agir como o refreatário dizia que eu era e agia.

     Pois bem, quando eu estava no meu limite e já havia me decidido a destituí-lo de sua função dentro de nossa unidade, houve uma mudança de gerente de área e não sei por qual motivo este gerente refratário foi convidado a ser um dos subgerentes de área, saindo da nossa unidade, sem a necessidade de eu destituí-lo.

     Com isto a fase de assédio moral de baixo para cima acabou.

     Fique contente por algum tempo pois movimentei um dos gerentes para a posição do que saíra, um outro se aposentou, dois novos vieram através de processo de seleção interna e as coisas finalmente começaram a andar como eu desejara nos últimos quase cinco anos e não acontecera.

     Os quatro gerentes da unidades trabalhavam em perfeita harmonia e se ajudavam ao máximo, melhorando a cada dia os resultados da unidade e isto me fez finalmente perceber que fora vítima de assédio moral, do que até então não tinha consciência.

     Como alegrias são passageiras, uma nova onda de assédilo moral daquele mesmo empregado teve início, mas isto é assunto para o próximo relato.



Escrito por marmonza às 17h56
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Assédio moral no trabalho.

Este é um tema bastante polêmico e muito difícil de se caracterizar ou provar, mas tenho um exemplo pessoal que achei bastante ilustrativo e que poderá ajudar outras pessoas a identificarem esta situação e talvez ajudá-las a se defender ou se proteger da situação de assédio moral que afeta tanto as pessoas em todas as empresas e todos os dias.

Pois bem, dez anos atrás tive uma experiência de assédio moral que durou cerca de 8 meses e na época, talvez pela situação de ser recém contratado, pela mudança de ambiente e por ter dois colegas para conversar sobre o assunto, o assédio não chegou a me efetar.

Parece engraçado dizer tão tranquilamente que se sofreu um assédio moral, como se fosse algo trivial e absolutamente normal, mas não é, é muito sério, e embora seja sim muito comum, não pode jamais ser encarado como normal.

Como dizia, eu e dois colegas haviamos sido admintidos na empresa recentemente e estávamos em período de experiência como em qualquer empresa, e embora esta seja uma empresa pública somos contratados pela CLT e cumprimos exatamente as mesmas regras de qualquer empresa privada.

Pos bem, nossa experiência consistia em um treinamento no qual estagiávamos em unidades operacionais desenvolvendo nestas unidades todas as atividades diárias de um funcionário operacional durante uma semana.

Ao final desta semana, fazíamos na segunda feira seguinte uma reunião com nosso gestor/instrutor que avaliava o que havíamos feito e aprendido na semana anterior.

Pois bem, na primeira reunião, ao sermos indagados sobre o que fizéramos na semana anterior e o que havíamos aprendido, eu por ser mais estrovertido, ter experiência de longo tempo como consultor e meus dois novos colegas serem orientais com um pouco mais idade que eu (como todos sabem os orientais são mais reservados) me senti à vontade em começar e me aventurei na descrição do que vira e aprendera.

Como eu disse, tenho experiência de longos anos em consultoria e especificamente em produtividade e processos produtivos, e claro relatei com a visão de consultor aquilo que vira, problemas, falhas e coisas que poderiam ser melhoradas para ganhos no processo e maior retorno da unidade em termos de produção e produtividade, exatamente com faz um consultor após a análise incial.

De cara tomei uma ivertida. Nosso Gestor/instrutor me desmoralizou frente aos dois colegas dizendo que eu só via as coisas pelo lado ruim, que era fácil criticar, que antes de sair denegrindo a imagem ou o trabalho dos outros eu deveria aprender mais sobre o processo e sobre as coisas que aconteciam na empresa em que eu havia sido recém admitido.

Diante disto, meus dois colegas e eu ficamos chocados, mas os dois fizeram seus relatos, muito cautelosamente após aquele arroubo de autoridade do nosso colega treinador e a reunião se encerrou sem mais incidentes.

Na reunião seguinte, escaldado pela primeira experiência, me contive e dei a palavra a um dos colegas que fez seu relato e foi ouvido sem interrupções.

Desta vez, deixei o meu lado consultor fora da sala de reuniões e falei como o estudante que descobria coisas novas e achava onteressante o método utilizado para se desenvolver algumas atividades e da admiração pelo comprometimento e empenho dos profissionais que as executavam.

Mais uma vez fui agressivamente admoestado, mas desta vez por não ter nada a dizer sobre o que tinha visto afinal o que acontecia nosso gestor instrutor disse que sabia muito bem e que minha tarefa era identificar falhas e possibilidades de melhoria e não simplesmente dizer o que vira como um simples observador.

Fiquei atônito pois era exatamente o que fizera na reunião anterior e fora criticado por fazer.

Eu e meus dois colegas que conversáramos após a reunião anterior e o fazíamos diariamente, mais uma vez ficamos sem entender o que se passava pois era apenas comigo que tais críticas aconteciam.

Na terceira reunião, mais escaldado ainda, me contive e fui o último a fazer meu relato. Além disto, tomei o cuidado de repetir o que meus dois colegas haviam dito que observaram.

De nada adiantou, fui admoestado por não ter capacidade de identificar nada diferente do que os meus colegas haviam percebido e comentado.

Eu e meus colegas que já tínhamos feito amizade e conversávamos muito sobre as reuniões e o estágio, analisávamos as reuniões e a postura do nosso treinador mas não conseguíamos chegar a uma conclusão.

Como eu disse anteriormente eles eram mais experientes que eu, um deles ja era inclusive aposentado e talvez esta fosse esta a motivação, pressionar o mais novo (eu)  para ver se resistiria à pressão, mas não chegamos a conclusão nenhuma e as reuniões e broncas continuavam.

Decidi então dizer que não havia percebido nada que pudesse ser considerado digno de ser comentado, que eu tinha me dedicado a fazer anotações para aprender o processo e caso fosse trabalhar em uma das unidades eu teria minhas anotações para me guiar e fazer as coisas do modo certo que eu cria era o que acontecia.

Desta vez a crítica foi até engraçada, o treinador disse que eu estava lá para trabalhar e não para brincar de escrever diárinho como as meninas fazem na adolescência. Disse que todos os processos e as atividades desenolvidas nas unidades já haviam sido detalhados em manuais e por profissionais mais competentes que eu e por isto eu não tinha de perder meu tempo com esta atividade banal e desnecessária. Disse qe eu estava desperdiçando o dinheiro que a empresa estava gastando com meu treinamento.

Como eu disse anteriormente, eu meus dois colegas conversávamos muito e por serem mais experientes que eu, ouvía-os atentamente e procurava seguir seus conselhos e orientações para não agravar minha situação e assim acabar demitido.

Ao final da experiência, na reunião final, felizmente fui considerado aceitável pelo nosso instrutor, assim como meus dois colegas.

O engraçado é que em seu discurso de encerramento, o instrutor apresentou todas as observações que eu fizera com minha visão e experiência de consultoria e disse como as havia implementado ou corrigido, e que eu deveria aprender que criticar é muito fácil, mas o que conta numa empresa são as ações e que eu deveria aprender no futuro a resolver ao invés de criticar.

Saindo da reunião, eu e meus colegas rimos muito pois afinal tudo o que eu havia percebido estava realmente acontecendo e precisava mesmo ser corrigido ou asjustado, tanto que ele o fêz, mas riamos porque a reação inicial fora de críitica por apontar e a final de crítica por não resolver, como se àquela altura pudéssemos fazer algo.

O fato é que o assédio ainda permanecu por algum tempo pois tranalhamos os três subordinados a ele, mas o mesmo foi promovido e transferido e eu sobreviví sem traumas maiores, felizmente.

 

 

 



Escrito por marmonza às 11h01
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Desconhecido.

     Estou prestes a entrar num mundo desconhecido, aliás estamos, eu e a Carla.

     Estamos na décima semana de gravidez da Gabriella, nossa tão desejada filha, e estamos naquela fase de alegria, de planos, mas a caminho do desconhecido!

     Temos vários sobrinhos, vários amigos com filhos, mas agora é a nossa vez de entrar para um mundo novo.

     Os sobrinhos, os filhos dos outros, por mais que lhes tenhamos amor e convivamos com eles, alguns são afilhados, é outra coisa, são dos outros...

     Agora uma nova perspectiva se acrescenta à nossa existência, a responsabilidade de conceber, cuidar, formar e preparar um novo ser para tudo, para o mundo, para as coisas boas e coisas ruins.

     Começa a sensação de que tudo vai virar de cabeça para baixo, ou de cabeça para cima, quem sabe?

     Será ela agitada, será calma, será paciente, será responsável, será rebelde, como será afinal?

     Que seja o que tiver de ser, que seja o desconhecido a cada dia batendo à nossa porta e nós nos ajustando às novas situações que surgirem quando elas surgirem e basta.

     Gabriella, bem vinda filha, estaremos apreensivos, em pânico até, mas ansiosos por nascer novamente e crescer com você, NOSSA FILHA!



Escrito por marmonza às 21h47
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Personalidade.

Certa vez ouvi ou li, não estou certo, que se deseja conhecer o caráter de alguém basta lhe dar algum poder.

Pois então, no mundo corporativo podemos confirmar isto quase que diariamente.

Todas aquelas pessoas de boa índole e de bom caráter, sempre são verdadeiras e não mudam seu modo de ser ou de agir após receberem uma pequena ou grande dose de poder.

Todavia aquelas pessoas que têm má índole ou alguma deficiência de caráter, estas, em qualquer dose que recebam poder ou autoridade, sempre mudarão seu modo de ser e de agir.

Não que sejam más pessoas, ao contrário, muitos desses ou dessas são pessoas maravilhosas e ótimas para sair e ter um bom convívio social, mas no ambiente corporativo deixam a desejar.

Havia escrito sobre determinação, constância e ética e aqui se encaixam dois fatores que de esses ou essas não dispõem que são a constância e a ética e por isto digo que possuem desvio de caráter ou de comportamento.

Trabalhei com um bom profissional que tinha o hábito de dizer:

Só em novelas ou filmes alguém é bom num dia, mau no outro, mocinho e bandido, na vida real cedo ou tarde aqueles que fingem são descobertos, por isso a melhor coisa é ser você mesmo sempre, e bom ou mau, jamais poderá ser acusado de falso ou mau caráter.

Então, como disse no começo, caráter é a base de tudo e está estreitamente ligado à personalidade.

Até a próxima.



Escrito por marmonza às 20h02
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Determinação

     Esta á a palavra chave em qualquer coisa que se faça na vida.

     A firmeza de propósito, a constância, o hábito enfim, são aquelas coisas que fazem algo funcionar bem ou desandar de vez.

     Ontem eu ouvi diversos especialistas em futebol criticando e falando horrores sobre a escalação do nosso ténico Dunga!

     Aí me pus a pensar que desde a última copa lá se vão 4 anos.

     Já passaram pela seleção um sem número de jogadores, uns mais vezes outros menos, mas de modo geral estes aí que foram convocados ou os sete ficaram de alerta.

     Ora, se já se conheciam todos os que estiveram em testes, como alguém em juízo perfeito imagina uma mudança no momento da escalação definitiva?

     Uns reclamavam que não chamou o Adriano, outros que não chamou o Ronaldinho Gaúcho, outros a falta do Pato, do Ganso e assim vai!

     Nestes momentos é que se percebe que nos esportes assim como na vida, na maioria das vezes as coisas não são acidentais e ninguém é insubstituível.

     Lembram do caso da seleção de Vôlei, em que o Ricardinho o levantador, baseado em sua liderança e carisma decidiu comandar o time no lugar do treinador?

     Pois é, se fosse futebol talvez tivesse conseguido, mas novamente a constância de propósitos e a avaliação dos resultados fez com que ele, Ricardinho, saísse e as coisas não se abalassem, aliás ao contrário, mudou a cara da selação, parece até que estava na hora de uma oxigenação, e quem pode garantir que não era isto o que ele queria?

     Ontem li a entrevista de um reporter que afirmara que o Brasil não aproveitou a era Guga para desenvolver o Tênis no Brasil, e a resposta do Guga foi que o passado já aconteceu, o que se deve fazer agora é olhar para frente, novamente o que eu afirmei no início: DETERMINAÇÃO, CONSTÂNCIA, REGULARIDADE, HÁBITO.

     Para encerrar esta ciranda esportiva, ouvi ontem uma notícia que me deixou bastante otimista com relação ao esporte no Brasil, que foi a assintura e promulgação de uma lei de incentivo fiscal às empresas que investirem em esportes.

     Claro que como tudo aqui no Brasil, vai começar bem mas com alguns esportes que não precisam, depois vão fazer muitas maracutaias em nome do esporte, e por fim as coisas entrarão nos eixos e se tornarão um trabalho sério.

     Como eu sou um dos poucos milhares de praticantes de Rugby no Brasil desde a adolescência, espero que este tempo de seriedade não demore muito a chegar e o Rugby, assim como vários outros esportes amadores e sem incentivo algum possam se desenvolver.

Saudações e até breve.



Escrito por marmonza às 09h05
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Trabalho, trabalho, trabalho!

Como tudo que é bom dura pouco, tudo o que é muito bom dura menos ainda!

Parace que ao invés de um mês circulando pela Europa foram cinco ou seis dias, de tão rápido que passou.

Adorei Londres, em todas as vezes que fui à Europa antes, confesso que jamais me interessei em conhecer a Inglaterra.

Não, nada contra os Ingleses, nem a favor, simplesmente não me despertava a curiosidade, assim como era com os EUA, onde fui pela primeira vez por acaso a algumas outras vezes a trabalho.

Também nada contra, só não me despertava interesse, bem até conhecer a Califórnia no ano passado quando fui fazer um curso de planejamento estratégico em La Verne, "LÁ" como diz um amigo!

Então, a Europa me despertava interesse porque meu pai é de lá, e por todas aquelas coisas que aprendemos em História Geral e vemos nos filmes.

Mas a Europa que me interssava era Portugal por causa das origens e parentes que tenho lá, e a Itália pelos épicos filmes, todo o resto era só o resto.

Aí conheci a Itália, França, Espanha, Portugal, Alemanha, Suíça, Suécia, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Noruega,Mônaco, Monte Carlo, e descobri que aquilo não era só o resto!

Em cada canto que se vai tem um quê de história, um enebriante ar de cultura, de mistério, de passado, presente e futuro, um mix de sensações e sabores.

Mas o engraçado é que a Inglaterra, apesar de eu jogar Rugby desde sempre e lá ser o berço do esporte, além é claro de toda a história igualmente rica e tudo o mais, também não me chamava a atenção.

É engraçado como funciona a cabeça da gente não é mesmo?

Desta vez, numa vinícola da França, encontramos um casal de brasileiros e o homem, já com alguma idade, me contou que havia poucos lugares no mundo que ele ainda desejava conhecer, mas que Paris era o lugar que ele gostava de ir pois lá se sentia em casa.

Isto me fez pensar em minhas viagens anteriores, nas sensações e cores e pensamentos e percebi que eu sentia o mesmo, Paris, sem nenhum motivo especial ou específico é o Lugar na Europa que por algum motivo me faz sentir em casa!

Bem, em Nice também me senti assim deitado na praia de pedras brancas, e em Saint Morritz, em Roma, Mônaco, Biarrritz, Algarve é parece que sou um nômade e me sinto bem em qualquer lugar, he he he, inclusive aqui em terras brazucas.

Bem, por hoje chega, outro dia volto e ecrevo mais.



Escrito por marmonza às 22h56
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Férias, Férias, Férias!

Tudo pronto.

Hotel reservado e pago em Londres.

Bilhetes do London Eye e outros passeios comprados e pagos.

Leasing do carro na França ok.

Albregue Le Dartagnan com reserva paga.

Euros comprados.

Malas prontas, passaportes, passagens e seguro viagem ok.

Agora, agora é só embarcar!



Escrito por marmonza às 21h04
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Visita de médico.

Fazia um bom tempo que eu não vinha por aqui.

Trabalho, preocupações, correria do dia a dia, tudo sempre é desculpa suficiente para não fazer aquilo que se faz por prazer e na maior parte das vezes sentimos uma sensação de culpa, como se fazer o que gostamos fosse errado.

Pois é, não tem nada de errado em se fazer aquelas coisas que gostamos, nos divertirmos, passear, viajar, cantar, andar de bicicleta, blogar, e até "fazer nada",  por que não?

Todos nós temos aqueles dias ou ao menos aqueles momentos em que a única coisa que queremos na vida é ficar largado, sem fazer absolutamente nada, nem mesmo pensar se conseguirmos.

Pois é, em alguns dias vou entrar em férias e sabe o que vou fazer?

Não, se enganou, não vou ficar sem fazer nada, ao contrário, vou viajar, e vou fazer muita, muita, muita coisa, vou aproveitar cada segundo!

Até mais!



Escrito por marmonza às 19h05
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Planejamento e organizacao.

E uma coisa engracada a vida da gente.

Sou gestor a anos, vivo de planejamento e execucao de planos desde que me lembro.

Pois e, aqui na Fac que ministro aulas, uma das materias que leciono e justamente Planejamento e Gestao, so que preciso das listas de presenca de minhas seis turmas mas a secretaria disse que ainda nao tem para me fornecer.

Muito interessante lembrar que as aulas deveriam ter iniciado ha duas semanas, o que so nao aconteceu porque o nosso governo decidiu que a pandemia, que a meu ver e apenas um pandemonio, acabaria em duas semanas porque eles assim o decidiram.

Pois bem, se estamos a duas semanas em aulas, ou em periodo de aulas, como as listas nao estao prontas?

Planejamento, gestao ao que parcece, na casa deste santo sao so palavras.

Como o mundo nao para so porque o que queremos nao esta disponivel ou nao acontece, vou fazer outras coisas.

Afinal, eu sou planejador, aplico o que ensino e prego aos meus discipulos.

Aprendi desde muito cedo com meu Pai e meu Avo que o meu exemplo fala mais alto que todas as minhas palavras.

Entao, desde tenra idade, antes de dizer o que quero que seja feito, mostro como deve ser feito.

Se e ou nao a melhor pratica e o melhor metodo, pouco importa, e apenas um metodo e cada um deve desenvolver o seu, afinal metodo e como roupa sob medida e deve servir em seu dono.

Ate breve.



Escrito por marmonza às 19h27
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Reencontro

Amanha sera o primeiro evento da galera da California aqui no Brasil.

Combinamos no Salve o Jorge da Vila Madalena a partir de 20:00h.

Por enquanto sao quase 20 e com chances de serem mais.

Em breve deverao ocorrer outros encontros, talvez ate churrascos, sei que todos se divertirao bastante.

Espero que formemos um grupo de amigos muito proximos pois a experiencia vivida na California seguramente foi algo unico que poucos tem na vida a oportunidade viver e aproveitar.

Claro que as agendas e responsabilidades de cada um farao com que alguns estejam mais diponiveis e outros menos, mas seguramente cada um afetou a vida de todos de alguma forma e isso e indelevel.

Amanha sei que vou me divertir muito e espero que todos os meus amigos tambem.



Escrito por marmonza às 22h29
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Mundo real.

E e isso, de volta ao mundo real.

O curso na California foi muito bom, planejamento estrategico e marketing no seculo XXI, e com direito a palestra e lancamento de livro, alem e claro de aulas com uma PhD que conheceu e conviveu com Peter Drucker e outras feras de quem vivemos lendo e ouvindo falar, um sonho!

E claro, como ninguem e de ferro, mil passeios: LA, Beverly Hills, hollywood, Big Bear, Las Vegas, Disneylandia, Universal Studios, dezenas de lojas e shoppings, paisagens de sonhos, estradas de filmes, praias de Santa Monica, Long Beach, Corona Del Mar, Dana Point e muitas outras.

Quem conhece a costa leste e acha que conhece os Estados Unidos, esta tao errado quanto eu estava, nao conhece nada, a costa oeste e muito - muito - muito mais legal, nao se conhece os EUA sem ir ate la.

E olhe que eu ja havia estado nos EUA algumas vezes!

Mas como tudo que e bom acaba, esta etapa acabou e volto ao mundo real na segunda 3/8.

Bem, no meu servico um, ja que na Faculdade so volto a formar profissionais a partir de 17/08.

Entao, maos a obra e vamos a luta.

 

ate breve!



Escrito por marmonza às 18h24
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Good time

As I wrote some days earlier, here I am in USA, attending both, an English and a Marketing course.

It was interesting and afraiding to imagine how should this trip be, sometimes I have to admit, I became a litle bit unsecure, almost afraid about it.

Today, one week later, many Strategic Planning classes after, many English classes either, I feel comfortable and completly secure about decision I've took.

I met a lot of good peolple, many of them handsome and kind, other not so much, but even so, I have beeing doing many and good friends, well,

at least I belive so.

At this exactly moment I'm typing at the Library, ina comfortable place wich has a seat, a lamp and a point to recharge my nini note.

Is impressive how the AWL is easy to adapt, to understand and to accept.

Their principal pilar is the respect, for the each one individualty.

As I always say, with beter things is so easy to adapt ourselves and so fast that we not even can immagine how thw life was before.

Well, that's all for today everibody.



Escrito por marmonza às 21h09
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Diversão

Aventuras são coisas que fazem parte da vida de todos, não é mesmo?

Pois é, então lá vou eu mais uma vez numa aventura que espero ser bem legal!

Amanhã, segunda 29/06/2009 viajo a trabalho.

Permanecerei três dias num hotel fazenda com todo o corpo diretivo de minha empresa, nossa tarefa é revisar o plano estratégico e propor alterações se necessário.

Volto para casa na quarta dia 01/07/2009 e dia 03/07/2009 embarco para a Califórnia onde farei um curso de Marketing voltado para negócios internacionais.

Será uma aventura gostosa pois farei este curso de Marketing, e um outro de Inglês para negócios, ambos numa universidade Americana.

Estou certo de que será muito bom e uma agradável nova experiência o convívio e a vivência numa escola de lá.

Espero aproveitar muito e fazer muitos novos amigos.



Escrito por marmonza às 20h28
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Manutenção

     A manutenção a que me refiro aqui não é aquela que temos o hábito de encontrar, que é aquela que acontece quando algo quebra ou não funciona bem.

     A manutenção a que me refiro aqui é a de propósitos, de procedimentos, de ações, aquela da qual precisamos para que o andamento das coisa se mantenha como foi planejado, sem desvios que aos poucos subvertem a ordem e desfiguram o processo todo.

     A manutenção em uma empresa deve ser desenvolvida diariamente pelos gestores, aliás, até mesmo alguns gestores precisam ser regularmente lembrados dos procedimentos e atividades que precisam e devem se respeitadas e mantidas para que as coisas se mantenham funcionando e no curso que foi planejado.

     Tenho em minha equipe muitos gestores e centenas de pessoas, e é um exercício difícil, cansativo e desgastante o de diariamente relembrar procedimentos e regras óbvias e amplamente conhecidas e difundidas, mas que ao menor descuido simplesmente se esvaem como se jamais houvessem existido.

     É impressionante como muitas pessoas nas empresas simplesmente se preocupam em fazer apenas aquilo que lhes cobram, como se fossem movidas a ordens.

     Felizmente isso não é regra geral, e embora seja grande o numero de pessoas que agem desta forma, a maior parte das pessoas não precisa de nenhuma cobrança ou acompanhamento, elas são responsáveis e profissionais o suficiente para cumprirem suas obrigações regularmente e com responsabilidade, não deixando de seguir as regras e procedimentos e, desta forma mantém o bom andamento das coisas conforme o planejado.

     O pior desta situação é que dentre aqueles que precisam de acompanhamento constante, muitos não o fazem por desídia ou má fé, simplesmente se "esquecem" das regras e procedimentos em algum momento como se fossem coisas sem muita importância, mas se perguntados nem mesmo sabem quando ou por qual motivo passaram a não cumprí-las e/ou desrespeitá-las.

     Daí a necessidade de manutenção constante da verificação dos procedimentos e regras por parte dos gestores, que não garante que sejam mantidas em 100% mas seguramente reduz o risco de que tudo desande.



Escrito por marmonza às 21h10
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Adversidades.

Pois é, nas últimas semanas tenho passado por uma série delas.

Sou executivo de empresa pública e também professor Universitário de escola da rede particular (não gosto do termo privada).

Como executivo as coisas vão bem obrigado, a não ser por um sem número de dificuldades que sempre são creditadas ao fato de ser uma empresa pública, mas que a meu ver na verdade se trata de falta de compromisso de muitos profissionais omissos, exatamente da mesma cepa de nossos políticos e governantes.

Claro que a culpa é nossa e aquele ditado: "Cada povo tem o governo que merece." nunca foi tão verdadeiro.

Quando deixamos de reclamar nossos direitos ou das ações desonestas dos políticos estamos passando a mensagem de que não nos importamos, que continuem fazendo o que bem entenderem e nós acharemos que está tudo bem.

Não é verdade, nada estará bem enquanto alguns inescrupulosos se julgarem acima e além das leis, aquelas leis que regem e definem os limites do decoro da responsabilidade e da decência em todas as sociedades, inclusive a nossa!

Não pense você que isso não te afeta porque afeta sim, cada real desviado por um corrupto é um real a mais que você terá de pagar de imposto, mesmo que você seja isento, ainda não trabalhe ou seja desempregado profissional.

Cada coisa que você compra ou consome leva dentro do preço um imposto indecente e que você contribui para aumentar cada vez que faz vistas grossas a uma coisa errada, qualquer coisa errada.

Um espertinho furando fila, um malandrinho comendo uma fruta dentro do mercado, aquele maldito ultrapassando pelo acostamento, não importa a dimensão da coisa errada, errado é errado e ponto final.

O certo é a forma que a sociedade convencionou e que as pessoas probas e íntegras devem seguir, e aquelas que não gostam que se retirem, ingressem numa sociedade que aceite aquelas coisas que deseja fazer, ou então que pague o preço cobrado pelo descumprimento das regras.

Como professor Universitário não tenho problemas em ministrar aulas e transmitir ou tentar transmitir meus conhecimentos, a dificuldade é também com a administração, a gestão dos processos da entidade que desde que lá ingressei apresenta problemas.

Não são problemas graves, são todos problemas pequenos, mas que no ambiente acadêmico causam desconforto e esse desconforto o desvio do foco e da concentração, tando dos alunos quanto dos professores.

Quem não se irrita com a mudança de sala semana sim semana não?

Não mata, mas incomoda, mais ainda quando só descobrimos quando estamos dentro da sala e alguém comenta: ué, não avisaram ao senhor que esta turma mudou para a sala x?

Outra situação muito desconfortável é quando no meio do dia você recebe uma ligação da Universidade perguntando se você não vai ministrar aula da matéria Y naquele dia.

Mas eu não estava escalado para esta matéria com esta turma, respondo.

De lá vem: mas fulano disse que o senhor assumiria a turma porque o professor Z teve problemas na agenda e não poderá continuar com ela, achei que o senhor havia sido informado.

Não havia, eu respondo, mas fique em paz porque eu irei à universidade e assumirei mais esta turma a partir de hoje.

Não é nenhum problema para mim porque estava com o horário e a noite vaga.

Mas e os estudantes?

Alguém com um estilo de ensinar já havia iniciado a tarefa de ensinar aquela matéria e duas ou três semanas depois aparece um novo professor, totalmente estranho àquela turma, que tem de começar tudo novamente, adaptação ao professor, ao método, revisar o que já haviam estudado e só depois retomar o curso das aulas.

Nada de mais, não fosse o fato de isso acontecer no meio do período de provas, em meio a vários feriados e à semana de eventos da universidade.

Claro que isso causa conflito, dificuldade e insatisfação.

Não para mim, já estou habituado a situações adversas, tenho algum tempo de experiência e isso me dá alguma habilidade para sair razoavelmente bem destas situações.

Os alunos ficam nervosos, inseguros, descontentes e claro que isso afeta seu aprendizado, seu moral, e sua relação de confiança com a Universidade.

Meu trabalho nestas situações é mais difícil pois ensinar é fácil, é o que faço no meu cotidiano, mas contornar todos os sentimentos confusos dos alunos e recolocá-los na rota do aprendizado é uma tarefa árdua e que demanda muito mais tempo e dedicação pois implica em reverter o cenário de crise e discórdia, para um cenário de dedicação e concentração.

Mas enfim, as adversidades servem justamente para isso não é?

Para que pratiquemos ou desenvolvamos nossa habilidade de resolver problemas.



Escrito por marmonza às 18h27
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